Dos olhos à perfeição do papel em branco, a tela.
Rabisco a paisagem na proporção que perco o encanto.
Um coração vazio, deixado em um canto.
Dos olhos, a secura, numa gravura em pranto, a cela.
Aquela casa amarela, aquela menina bela.
O sorriso, meu, nela.
Perdidos a cada passo de incompreensão.
Era um amor que me libertava.
De uma nobre incerteza.
Morre um sentimento puro.
Uma flor que se menospreza.
Faz de mim um burro.
terça-feira, 29 de março de 2011
Por mais certo que o vento sopre, o barco vai longe e quem sabe um dia volte.
Por mais triste que eu ande, o pensamento se isola e sozinho, em si, só sofre.
Por mais que o tempo passe o vento poderá parar.
Por mais que eu esqueça, por mais que eu mereça, por mais que eu aguente.
Eu não sei se vou voltar.
Por mais triste que eu ande, o pensamento se isola e sozinho, em si, só sofre.
Por mais que o tempo passe o vento poderá parar.
Por mais que eu esqueça, por mais que eu mereça, por mais que eu aguente.
Eu não sei se vou voltar.
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