sexta-feira, 29 de abril de 2011

Minhas dúvidas, a cereja do bolo.
Uma festa de aniversário para um rei sem trono.
O silêncio que aproxima a noite, é o mesmo que me tira o sono.
Poucas palavras sem significado, falham em sua funçao ao emitir o recado.

A compreensão ainda reluta em se aceitar.
Cego só consegue falar.
Mudo não consegue pensar.
Morto pode até melhorar.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Há parcelas de paredes.
Há cacos e também há cactos.
Um deserto num deserto.
Há mais paredes que fatos.
Há mais medos que atos.
Há.
Calar sim.
Ouvir não.
Silencioso e nu,
o escuro de uma multidão que há em mim.
E ainda insiste em voltar.
Dúvida.
Necessito pensar.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Por vezes meu humor se adocica.
E com essa mesma frequência me torno frio.
De tempos em tempos minha personalidade se altera.
Não era bem isso que eu pensava para minha vida.
Quis entender
Se o que machuca também acalma
E aprender
Como libertar a alma.

Resolver, o sentido dessa falta.
E viver um sentimento que me apaga.

Tudo que fiz foi pra dizer o que eu quis dizr
Tudo isso foi pra expressar o que não consegui falar
Todas as formas de entender eu pude usar
Mas nessas horas pra valer, não vou voltar

Só queria te dizer que eu te amo
E que meus planos foram tantos
Mas um só não pode a dois voar
Se falta asa, falta ar